Quero Saber Especial Corpo Humano 2016


VARIOUS BOOKS

Portuguese language

Quero Saber Especial – Corpo Humano 2016

2.
Jearl Walker
Fundamentos De Física. Gravitação, Ondas E Termodinâmica

Dos livro ‘fundamentos de física’ este foi o cujo o texto eu mais gostei. Ele é um livro muito bom se vc tiver tempo para ler os detalhes.

3.
Portuguese: Short Stories For Beginners – 9 Captivating Short Stories to Learn Portuguese & Expand Your Vocabulary While Having Fun

Are you bored of the traditional methods people tell you to use to learn Portuguese? Are you bored of all those dusty grammar books that pile up making everything look so hard? What if we told you there’s a better, more enjoyable way to learn Portuguese and grow your vocabulary exponentially? Well, guess what? There is! The best way to learn Portuguese is by reading short stories The problem? You might feel like you don’t know where to start, or you may feel lost trying to read whatever pops up on the internet. That’s exactly why we created this book.

4.
On Line Editora
Guia Curso Básico de Desenho – Cavalos

O cavalo tem um papel importante e fundamental para o ser humano, seja em transporte, em montaria e também em trabalhos agrícolas. Após a doma e a domesticação, eles tornam-se, na maioria da vezes, animais sociais. Neste guia, aprenda técnicas passo a passo para obter efeitos realistas.

5.
Rogério Figurelli
Big Brain: Unindo Big Data e a Internet das Coisas para criar robôs cada vez mais inteligentes (Portuguese Edition)

Como transformar o Data, e o Big Data, ainda mais com o grande volume de dados adicionado pela Internet das Coisas – ou IoT (Internet of Things) – no Big Brain?
Essa é a pergunta que iremos buscar responder nesse livro, com diversas arquiteturas, começando inicialmente pela separação de Data e Big Data, com um modelo similar ao que considero ser feito em nosso cérebro. Afinal, se queremos buscar o Big Brain, e temos um modelo operacional do nosso cérebro cada vez mais aberto e conhecido, graças às pesquisas das mais variadas áreas, destacadamente as de neurociência, é lógico que buscar modelos similares irá acelerar anos de evolução para nossos algoritmos, principalmente se esse Big Brain for operacionalizado como parte de um sistema mais complexo, que é o de um robô.
Na arquitetura que proponho, como base para formação do Big Brain, busco separar os dados e processamento em duas camadas, como acontece de forma similar em nosso cérebro, com o processamento consciente e inconsciente. No caso, o processamento de Big Data estaria focado exclusivamente na produção de inteligência a partir dos dados, entregues diretamente para o processamento de Data. Na prática, não há nenhuma regra ou compromisso que a inteligência produzida pelo processamento de Big Data se transforme em informações relevantes para os sistemas que irão, de alguma forma, consumir essa inteligência. O relevante mesmo é que ela seja permanentemente produzida, sem nenhuma perda de dados de entrada para isso.
Outro ponto relevante da arquitetura é a análise de toda e qualquer entrada de transações, seja já diretamente no formato de dados estruturados, seja em formatos variados, como previsto pelo V de variedade do conceito de Big Data. Esse processamento de Big Data, desde o tratamento de dados primários até a produção e análise de informações, com formação de regras de inteligência, deve ser um processo contínuo, sem interrupções, qualificando cada vez mais o processamento de Data, que seria a área mais nobre da arquitetura, com limitações bem maiores de recursos.
Além disso, a ideia é permitir que a interface com os tradicionais sistemas e dispositivos de mercado possa ser feita para qualquer coisa, como por exemplo um automóvel. Ou seja, a mesma arquitetura válida para a interface com um computador ou servidor, ou ainda um smartphone ou tablet, deve ser válida para a interface com qualquer outro objeto, desde que obviamente esse possua alguma comunicação com o processamento de Data.
A possibilidade de adotar a mesma arquitetura para qualquer Sistema ou Coisa, ou Tudo, com exatamente a mesma interface e protocolos, abre as portas para a máxima aquisição de dados, informações e inteligência do ambiente externo para o processamento de Data ou Big Data, e, como veremos mais adiante, como substrato para formação do Big Brain.


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Comments 5

        1. Jenny, I have two french groups… I regularly post their adresses here… And I am an editor in a third group of philisophy which has his adress here too

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